Boletim AÊ Informa - n°10 (29/08/25)

 

Boletim interno da Direção Estadual da
tendência petista Articulação de Esquerda

1/ Reunião presencial da deae 

No dia 23 de agosto realizou-se reunião aberta da direção estadual da Articulação de Esquerda. Estiveram presentes 28 militantes, destes, 13 eram membros da direção. 

Foi encaminhado e submetido à aprovação no grupo direção os seguintes documentos e decisões:

a/ aprovação do texto de balanço do PED;

b/ debatida a nossa representação na executiva e no diretório estadual e encaminhada uma proposta para aprovação;

 c/aprovação de resolução reafirmando a candidatura própria do PT ao governo do estado e sobre a disputa de 2026;

d/ diálogo, após o dia 30 de agosto (posse da nova direção), com todas as tendências e pré-candidaturas do PT envolvidas no processo da tática eleitoral de 2026; importância que o processo no PT aconteça dentro dos fóruns e instâncias partidárias;

e/  até final de setembro, eventuais pré-candidaturas da AE que ainda não se apresentaram, precisarão fazê-la junto à direção, a qual manterá o diálogo com todas visando construir uma tática eleitoral;

f/ em outubro, nova reunião presencial deae para definir a nossa tática eleitoral e aprovação da nossa chapa;

g/ assim que DN PT divulgar o calendário dos encontros setoriais, construir um espaço para debater a nossa atuação e as nossas prioridades;

h/ encaminhamento do plano de trabalho da AE para o segundo semestre para últimos ajustes.
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2/Representação na Executiva e no diretório estadual do PT

A chapa A Esperança é Vermelha indica os seguintes companheiros/as para o diretório estadual:

1/ Ana Inês Affonso (mulher)
2/ Ailton Croda (homem)
3/ Cleonice Back (mulher)
4/ Isabelle Rossato Cesa (mulher/jovem)
5/ Julio Quadros (homem)
6/ Lucas Machado Cassuriaga (homem/jovem/negro)
7/ Marlene  Marsango (mulher)
8/ Marcos Jakoby  (homem)
9/ Nelson Spolaor (homem)

E indica os seguintes companheiros/as para a executiva estadual:

1/ Isabelle Rossato Cesa (mulher/jovem)
2/ Julio Quadros (homem)
3/ Marcos Jakoby (homem)

Todos os demais membros da chapa são considerados formalmente suplentes, no entanto, a próxima reunião da deae organizará uma lista dos primeiros suplentes.

Ao final de 2026, fica estabelecido uma avaliação da nossa bancada no diretório e uma recomposição se a direção estadual da AE assim avaliar. Durante o processo eleitoral do ano que vem, a DEAE também deverá estar atenta a necessidade de mudanças em função da disputa eleitoral.

25 de agosto de 2025
Direção estadual da AE / RS
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3/ Sobre a  definição da representação do PT na disputa eleitoral do RS em 2026

A tendência petista Articulação de Esquerda compreende que o Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul deve apresentar seus nomes para a disputa do governo gaúcho e para a disputa de vaga ao Senado.

No entanto, estes nomes devem expressar o debate estratégico para 2026, onde enfrentaremos as forças políticas de direita, da extrema-direita e os representantes diretos de Trump & Bolsonaro; também, devemos ter nomes que disputem o processo eleitoral em condições de assegurar a vitória do campo popular e por  fim ao ciclo neoliberal no estado.

Nosso nome ao governo do estado deve representar a estratégia descrita acima e um programa de mudanças profundas no RS, com a retomada da participação popular, de um projeto de desenvolvimento que assegure melhores condições de vida e trabalho ao povo gaúcho, de valorização dos serviços públicos e suas respectivas estruturas. O Seminário “Como Chegamos Lá”, bem como o livro que será publicado, que faz referência ao processo da conquista do governo do Estado em 1998, podem ser um, entre tantos, instrumentos que ajudem na reflexão das estratégias para 2026 e os próximos anos. O mesmo traz conteúdo sobre concepção e organização partidária, bem como escolha de prioridades de um governo democrático e popular frente a um contexto de polarização política e social.

Nos espaços partidários, alguns nomes têm sido citados e lembrados para a disputa majoritária. É o caso do presidente da CONAB, Edegar Pretto, e do ex -ministro da Secom, Paulo Pimenta. No entanto, estes nomes - e outros que venham a ser apresentados - precisam ser construídos e definidos à luz da orientação política e dos debates no calendário e métodos definidos pelo diretório estadual, desembocando no  encontro estadual previsto para  novembro ou dezembro. Importante também que, assim que possível, o PT  reúna-se, enquanto instância partidária, com o senador Paulo Paim para saber da sua disposição ou não em concorrer em 2026, tendo em vista gestos e ações do movimentos sindical e outros setores sociais e políticos para que concorra à reeleição. 

O resultado dessa construção política deve ser apresentado ao debate com os partidos populares, ou seja o PCdoB, PSOL, PSB, PDT e setores democráticos buscando construir uma unidade política e programática.Nossa aliança deve ser política, social e eleitoral. Deve ter coerência com a defesa do projeto liderado por Lula no país e coerência na oposição ao neoliberalismo dos governos de Eduardo Leite.

Compreendemos que o  PT, que lidera a oposição ao governo (ex)tucano, tem força política, social e eleitoral e legitimidade para apresentar candidatura própria ao governo do estado e construir uma frente democrática e popular . Reconhecemos a existência de nomes no campo popular, como Juliana Brizola(PDT) e Manuela D'ávila, hoje sem partido, e que ambos podem compor uma chapa potente.

Dialogaremos com todas as forças políticas do PT e pré-candidaturas para expressar nossas opiniões. Contribuiremos e trabalharemos para que, no processo e calendário estabelecido pelo diretório estadual, o PT defina por meio de suas instâncias e seus fóruns a tática eleitoral mais adequada para a batalha de 2016.

29 de agosto de 2025
Direção estadual da AE

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3/ Resolução sobre balanço do PED no Rio Grande do Sul


Depois de quase seis anos, voltamos a eleger novas direções para o Partido dos Trabalhadores. Se essa era uma necessidade urgente a nível nacional, não era diferente no plano estadual, pelo menos no caso do Rio Grande do Sul. Vivemos aqui um período de fragilidade do partido em nosso estado, em um contexto de hegemonia neoliberal, conservadora e de ascensão da extrema-direita.


Esses sinais de debilidade era muito visíveis, embora houvesse quem desafiasse o bom senso e falasse que viéssimos de um “período exitoso”: sucessivos governos de direita em nosso estado, o campo democrático-popular derrotado nas eleições de 2022, inclusive sem alternativa no segundo turno, avanço de medidas neoliberais no plano estadual, derrotas nas eleições de 2024 (diminuímos o número de prefeitos e vereadores eleitos pelo PT), ausência do partido organizado em dezenas de municípios, pouca coordenação e estímulo das lutas populares e sociais. E oposição aquém do necessário ao governo Eduardo Leite.


Viemos alertando sobre essas dificuldades pelo menos desde 2023; e afirmando que precisávamos de mais partido, mais organização, mais instâncias funcionando, mais mobilização e mais formulação. E o que presenciamos foi justamente o oposto. Nesse processo do PED, foi exatamente o que a militância identificava nos mais diversos cantos do Rio Grande do Sul: a necessidade de recuperar a presença e o protagonismo do partido. 


O Rio Grande do Sul tem 497 municípios. O partido não está atualmente organizado em 100 municípios, portanto somente 397 municípios estavam aptos para organizar o PED. Destes, 72 não inscreveram chapas municipais e portanto não realizaram o processo; restando o processo eleitoral em 325. Portanto, ao fim, no mínimo, em 172 municípios o PT não estará organizado com um diretório eleito. Somente esses dados dão a dimensão das dificuldades atuais.


No dia 06 de julho, mais de 26.979 mil filiados compareceram às urnas. Em 2019, foram 22.078 votantes. Um aumento de 4.601 votos, ou seja 20%. Porém, ainda ficou abaixo do PED de 2001, onde mais de 29 mil militantes compareceram. Destacamos no PED 2025 os municípios de Porto Alegre (que saiu de 1572 votantes em 2019 para 2283),  Santa Maria (de 877 para 1346) e Pelotas (de 335 em 2019, para cerca de 500 no PED de 2023, e agora, 886 votantes). Em Porto Alegre houve denúncia formal de filiação em massa. Santa Maria é a base do deputado federal Paulo Pimenta e do deputado estadual Valdeci Oliveira. Em Pelotas, conquistamos a prefeitura nas eleições de 2024.


Havia 6 candidaturas inscritas à presidência estadual: 1.Valdeci Oliveira - do Socialismo em Construção, apoiada pela Construindo um Novo Brasil, Avante e dissidência da AE, composta, entre outros, por Edegar e Adão Pretto; 2.Marcelo Carlini, do Diálogo e Ação Petista; 3. Júlio Quadros, da Articulação de Esquerda; 4.Thiago Braga, do Movimento PT; 5.Stela Farias, da Resistência Socialista; 6. Sofia Cavedon, da Democracia Socialista. Abaixo, segue o quadro das votações nas candidaturas:


Quanto às chapas estaduais ao diretório e encontro estadual, foram 10 inscritas: 1/ Socialismo em Construção; 2/ Virar à Esquerda e Quilombo Socialista (DAP); 3/ A Esperança é Vermelha (AE); 4/ Lula lá e Edegar aqui (liderada pela dissidência da AE); 5/Ampliar para vencer (MPT); 6/ Resistência Socialista (RS); 7/ Reconstrução pela Base (minoria da CNB); 8/ Avante; 9/Vencer com Lula e o PT em todos os cantos (maioria da CNB); 10/Mudar o PT vencer com Lula (DS). Abaixo, segue o quadro de votação de cada chapa. 



Por fim, abaixo, seguem tabelas com os votos para as chapas e candidaturas nacionais no Rio Grande do Sul. Embora tenha chegado relativamente perto, a candidatura de Edinho não teve maioria no Rio Grande do Sul. A candidatura de Valter fez mais de 18% dos votos e a chapa nacional A Esperança é Vermelha obteve mais de 16% dos votos válidos.

Nenhuma das candidaturas à presidência estadual conseguiu atingir os 50% no primeiro turno e nenhuma das chapas ao diretório estadual atingiu 25%. Cenário bem diferente do que era “plantado” na grande mídia no início do ano, quando falava-se em consenso (https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/rosane-de-oliveira/noticia/2025/01/eleicao-para-o-comando-do-pt-no-rs-pode-ter-consenso-entre-principais-correntes-cm5k4mu1y005s0169rklsczr0.html ) com o propósito de criar um ambiente para acordos de cúpula. Mesmo quando a disputa pelo comando do PT gaúcho já estava colocada, embora houvesse a disputa entre vários candidatos, a versão de que a candidatura de Valdeci Oliveira - candidato da Soco, CNB, Avante, Pimenta e Edegar - venceria no primeiro turno com facilidade foi muito alardeada. Não foi o que aconteceu. Portanto, este resultado foi a escolha dos militantes e filiados que participaram do PED.


No decorrer da campanha, a insatisfação da militância com os rumos e a situação do PT gaúcho, e a parcela de responsabilidade do núcleo da atual direção - representada na candidatura de Valdeci - ficou evidente. Nos debates, era visível que  seu representante não sentia-se à vontade em defender a atual maioria das críticas feitas e, muitas vezes, às incorporava como se o seu campo político, especialmente a Soco, não tivesse responsabilidade nenhuma sobre. Outras vezes, adotava discursos genéricos que pouco diziam sobre os rumos que o PT gaúcho deveria seguir.


No fundo, o que estava - e segue - em disputa são dois caminhos para o PT gaúcho: 1/ um deles, vai no sentido do alinhamento à política  nacional da CNB, da ampliação das alianças com o “centro” e setores da direita - para “isolar” a extrema-direita-, o uso do método de decisões por acordos de cúpulas no partido, a centralidade cada vez maior nas eleições e a terceirização das lutas extrainstitucionais; 2/ o outro caminho, é pela defesa de um partido mais militante, com maior presença do partido nas lutas populares e nos territórios, uma postura mais combativa do partido, não só frente à extrema-direita, mas também à direita neoliberal, a urgência de instâncias partidárias funcionando mais e melhor, a defesa pela ampliação da democracia interna  e a importância da mobilização social na orientação do partido para fazermos frente ao projeto das classes dominantes gaúchas. 


Desde de 2019, o primeiro caminho havia ganhado terreno, com a eleição de Pimenta e depois de sua indicada, Juçara Dutra, para presidir o partido. Autocrítica seja feita, com a colaboração do núcleo da antiga direção estadual da AE, hoje da dissidência. Mesmo assim, a candidatura  de Valdeci fez 46,6%. As candidaturas que apontavam para a necessidade de mudanças no PT gaúcho e que tinham disposição de marchar juntas no segundo turno - Júlio Quadros, Stela Farias e Sofia Cavedon - ,somadas, fizeram 50,5% dos votos. 


Já no quadro das chapas, as principais chapas apoiadoras de Valdeci fizeram cerca de 52% e as chapas mais identificadas com a mudança, e que se posicionaram mais à esquerda, fizeram cerca de 46%. Outros cerca de 2%, são votos de chapas da minoria da CNB e do MPT, que, embora mais moderadas, possuem críticas ao atual núcleo da direção do PT. 


O processo de eleições diretas também demonstrou que existem duas culturas partidárias na base do PT. Uma que faz referência à tradição do PT gaúcho combativo, de esquerda e formado fundamentalmente por militantes, que desejam ser protagonistas do nosso projeto. Mas precisamos reconhecer que existe uma parcela de filiados que adotam uma postura passiva, esperam receber orientações e aparecem apenas em períodos eleitorais, seja na sociedade ou seja dentro do PT. São eleitores petistas, mas não militantes.


Outro aspecto importante, evidenciado especialmente nos debates, é que parte de setores vinculados à atual direção do PT não queriam que as divergências chegassem à base do partido e colocassem em cheque sua hegemonia .


Na campanha e nos debates também foi possível identificar a situação de esvaziamento e desorganização de muitos diretórios em todo o estado, inclusive de regionais. Muitas reclamações a esse respeito e a condição dos militantes da necessidade de recuperar o pleno funcionamento dessas instâncias, assim como da regularidade de reuniões do Diretório Estadual, das Secretarias e Setoriais para que o PT tenha presença ativa e dispute seu projeto político na sociedade. Hoje o PT diminuiu sua expressão pela falta de efetivo funcionamento de suas instâncias e pouca formação política de sua militância.


Ao final da eleição estadual, infelizmente, a candidatura de Sofia Cavedon, da Democracia Socialista (DS), que chegou ao segundo turno, optou por fazer um acordo com o campo moderado, abrindo mão de disputar o segundo turno e aceitando uma “gestão compartilhada”. A decisão revela que o método de acordos em cúpula - substituindo as decisões construídas por filiados e militantes e pelas instâncias partidárias - está muito arraigado no PT gaúcho. Não será fácil mudar essa forma de condução do partido. 


Para que tenha-se uma ideia, as duas lideranças apontadas como possíveis candidatos a governador do estado em 2026 não participaram de nenhum dos debates estaduais, mas estavam entre os primeiros a falar em “unidade” do partido logo após o primeiro turno. A decisão revela também que há setores do PT que falam em “mudanças” no partido - e que dizem fazer parte da “esquerda petista”- que vacilam em momentos que exigem maior disposição de enfrentamentos para que essas mudanças aconteçam.


Sobre a candidatura Júlio Quadros e a chapa estadual A Esperança é Vermelha, impulsionadas pela Articulação de Esquerda. A candidatura fez 4.629 votos (17,7%) e a chapa 3.927 votos (15,3%). A AE será a terceira força do PT gaúcho (depois da SOCO e da DS). Na disputa à presidência do partido ficamos a 668 votos do segundo turno. Cabe mencionar, que no decorrer do processo consumou-se uma dissidência da AE que desenhava-se desde 2023, depois de um congresso estadual. A direção dessa dissidência optou pela candidatura estadual de Valdeci Oliveira, a fazer parte do condomínio do campo moderado e, parte dela, inclusive apoiou nacionalmente a candidatura de Edinho.


Por fim, acreditamos ser um equívoco político a definição da Executiva Estadual do PT pela não realização do Encontro Estadual, previsto no Regimento do PED, e optando somente por um encontro no final do ano. Entendemos que é importante a realização de um encontro para definir a tática eleitoral para o próximo ano, mas nada impediria que inclusive fosse organizado dois encontros. 


Nós continuaremos na luta por um PT democrático, combativo e socialista. E entre as tarefas urgentes, ajudando em um melhor funcionamento da instâncias partidárias, preparando nossa participação no encontro estadual, contribuindo para fortalecer as lutas em curso - como a defesa da soberania nacional, a taxação dos super-ricos, o fim da escala 6x1 e a redução da jornada, enfrentando os adeptos do Imperialismo americano e batalhando por uma linha no partido que crie mais condições políticas para novas vitórias e conquistas da esquerda gaúcha.


23 DE AGOSTO DE 2023


Direção estadual da AE


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4/ Plano de trabalho da direção estadual da AE para o restante de 2025

 A direção estadual da Articulação de Esquerda do Rio Grande do Sul aprova o seguinte plano de trabalho para o restante do segundo semestre de 2025.

 1.Formação Política

     Curso via ELAHP/RS: Como domina a classe dominante (e como acabar com isto) - com o Valter Pomar

     9h-12h - Como domina a classe dominante

     14h-17h - Classes sociais e luta de classes no Brasil de hoje

     9h-12h - Estado, forças armadas e meios de comunicação

     14h-17h - Como acabar com a dominação?

     Proposta de data e local: interior/outubro .

     Livro - Como chegamos lá:uma leitura política do governo Olívio Dutra (1999-2002)

     Tentativa de prazo: Novembro 

  1. X congresso da AE

Construir os congressos de base (municipais) da AE  nos meses de outubro e novembro, observando o regulamento, sobretudo os seguintes aspectos:

     O X congresso nacional da tendência petista Articulação de Esquerda vai ser realizado presencialmente, nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2025, em São Paulo

     pauta do X congresso será a seguinte: i/situação política e tarefas; ii/balanço do PED e desafios do PT depois do PED; iii/plano de trabalho e eleição da nova direção nacional e comissão de ética

     Terão direito a voz e voto no X congresso nacional delegadas e delegados eleitos nos congressos de base, na proporção de 1 delegado para cada 3 presentes.

     Após o X congresso, haverá uma segunda etapa do congresso de base, para eleger as respectivas direções municipais/distritais e eleger a delegação aos respectivos congressos estaduais. Poderão participar, dessa segunda etapa, militantes em dia que não tenham participado da primeira etapa.

     Após o X congresso, serão realizados os congressos estaduais, com as delegações eleitas na segunda etapa dos respectivos congressos de base.

     A convocatória dos congressos de base deve ser feita com cópia para a respectiva direção estadual e com cópia para a direção nacional da AE. A convocatória deve ser enviada, por quem está organizando o respectivo congresso de base, através da lista nacional de e-mails da AE. Este envio deve ser feito no mínimo 1 semana antes da data do respectivo congresso.

     Os congressos de base podem ser realizados entre os dias 29 de setembro de 2025 e 23 de novembro de 2025. 

  1. Comunicação

     manutenção do instagram e facebook

     manutenção zap AE Gaúcha, direção e executiva

     manutenção do blog e boletim AÊ Gaúcha

 

  1. Reuniões  da executiva e direção estadual da AE

     Reuniões semanais da executiva às terça-feiras

     Reuniões mensais da deae - definir um dia fixo do mês

 

  1. Juventude

     Congressos da JPT

     filiar militantes jovens até 13 de setembro

     estimular e apoiar  jovens na articulação de congressos municipais

     Municipais: 19 de setembro a 02 de novembro (indicativo)

     estadual: 07 de novembro a 23 de novembro (indicativo)

     nacional: 12 de dezembro a 14 de dezembro (indicativo)

 

  1. Frente sindical e popular

     Realizar a Plenária  sindical estadual

     Data: primeira quinzena de outubro


  1. Setoriais do PT

     Acompanhamento dos encontros estaduais

     Novembro (indicativo)

     Assim que oficializado o calendário e regulamentos, construir um espaço para debater nossa atuação e nossas prioridades.

   

  1. Encontros regionais do PT e encontro estadual do PT

     Acompanhamento e organização da nossa participação

     Trabalhar para que o debate da tática eleitoral construa-se efetivamente pelas instâncias e fóruns partidários.

 9. Tática eleitoral da AE

          Na reunião do dia 23 de agosto, foram apresentadas algumas pré-candidaturas. Até o final de setembro, se mais algum(a) militante pretende construir uma candidatura precisa apresentá-la junto à direção, que está dialogando com todos para construir uma tática da tendência, que contribua para fortalecer o PT. Em outubro, nova reunião da direção estadual da AE, de forma presencial, debaterá e aprovará nossos nomes. A reunião também será preparatória para o encontro estadual do PT, o qual definirá a tática eleitoral de 2026.

 10. Calendário

     25 de agosto - última reunião da atual executiva do PT

     30 de agosto - posse da nova direção estadual do PT  e aprovação do calendário

     7 de setembro - dia nacional de mobilização em defesa da soberania

     27 de setembro - diretório estadual do PT e aprovação do regimento e texto para os encontros regionais do PT

     Setembro e outubro - Encontros regionais do PT

     28 de setembro a 23 de novembro - congressos de base (municipais) da AE

     Outubro: reunião presencial da deae

     Outubro - primeira quinzena: plenária sindical estadual da AE

     28 e 28 de novembro - Conferência Sindical Nacional da AE (em São Paulo)

     28, 29 e 30/11 - Congresso Nacional da AE (em São Paulo)

     Novembro - encontros estaduais dos setoriais do PT (indicativo)

     Dezembro - encontros nacionais dos setoriais do PT (indicativo)

     6 de dezembro - Encontro estadual do PT (indicativo)

 25 de agosto de 2025

 Direção estadual da AE.

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 Acesse os demais boletins aqui: AÊ Informa


Direção estadual, eleita no 8° congresso (11/11/2023): 

1. Ana Affonso; 2. Júlio Quadros; 3. Lúcia Camini; 4. Guilherme Bourscheid; 5. Joceli Veadrigo; 6. Júlio César Gonçalves; 7. Marlene Maria Marsango; 8. Leandro Ferreira; 9. Karina Camillo; 10. Bira Teixeira; 11. Patricia Affonso; 12. Adriano Pires de Almeida; 13. Cássia Paulina Pereira Vieira; 14. Nelson Grasselli; 15. Dienifer Berté; 16. Nelson Spolaor; 17. Karla Essy; 18. Kauã Arruda; 19. Quelen da Silva; 20. Rodnei Rossetto; 21. Ailton Croda; 22. Adélia Menezes dos Santos; 23. Marcos Jakoby; 24. Sandro Lima; 25. Suelen Gonçalves; 26. Gerry Sawaris; 27. Juliana Ferreira; 28. Mateus de Marco; 29. Maristela da Fontoura Machado; 30. Simone Trindade Peña.
Executiva Estadual:

Ana Affonso (Comunicação e Mulheres); 2/Ailton Croda (Organização); 3/Maristela Fontoura (Tesouraria); 4/Marcos Jakoby (Secretaria Geral, Formação Política e blog); 5/Bira Teixeira ( Frente Institucional); 6/Lucia Camini (acompanhamentos das setoriais do PT); 7/Guilherme Bourscheid ( Frente de Massas e Sindical); 8/Júlio Quadros (acompanhamento Executiva e Diretório PT); 9/Marlene (acompanhamento das Mulheres); 10/kauã Arruda (acompanhamento da Juventude).

CONTATO: pagina13riograndedosul@gmail.com

 

 



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